Por isso li bastante sobre e resolvi compartilhar com vocês mamães:
A criança precisa compreender o motivo do "erro" com explicações objetivas e uso do afeto,
diz especialista; além do diálogo, técnicas que induzem à autorreflexão também funcionam:
Encontrar a maneira ideal de corrigir as crianças parece "bicho de sete cabeças", mas há uma fórmula básica para manter a disciplina dentro de casa. O amor incondicional dos pais é premissa, mas deve estar sempre acompanhado de uma dose de limite.
A primeira dica é: Se o dialogo não resolver é bom ter o continho da "reflexão", deixa-lo por 5 minutos para pensar sobre seu comportamento(você precisa deixar claro isso).
A segunda dica é: A chamada técnica 1,2,3... Isso é se ele não está querendo dialogar e está tentando reverter a situação...É bom o pai ter esse poder do "1,2,3"
Quem deu essa técnicas foi uma psicologa infantil, disse também “use a autoridade, sem ser autoritária”
Amar X impor limites
Segundo a pesquisadora do Laboratório de Psicologia Ambiental e Desenvolvimento Humano da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Maria Aznar-Farias, é necessário manter o equilíbrio entre amor e imposição de limites quando se trata da forma mais benéfica ao estabelecer o que ela chama de “disciplina parental”.
Para a regra funcionar, os pais precisam estar no controle, sem perder a cabeça ou demonstrar irritação com a situação. “O amor não deve impedir a colocação de limites. Da mesma forma, esses limites devem estar baseados em necessidades que respeitem a criança dentro do contexto e não que sejam dependentes do estado de espírito dos pais.”
Impor regras coerentes e constantes é inevitável para garantir que este limite seja respeitado, passo que a professora considera “saudável” no processo de socialização de uma criança, “além de ser um ato de amor”, alega.
Segundo a pesquisadora do Laboratório de Psicologia Ambiental e Desenvolvimento Humano da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Maria Aznar-Farias, é necessário manter o equilíbrio entre amor e imposição de limites quando se trata da forma mais benéfica ao estabelecer o que ela chama de “disciplina parental”.
Para a regra funcionar, os pais precisam estar no controle, sem perder a cabeça ou demonstrar irritação com a situação. “O amor não deve impedir a colocação de limites. Da mesma forma, esses limites devem estar baseados em necessidades que respeitem a criança dentro do contexto e não que sejam dependentes do estado de espírito dos pais.”
Impor regras coerentes e constantes é inevitável para garantir que este limite seja respeitado, passo que a professora considera “saudável” no processo de socialização de uma criança, “além de ser um ato de amor”, alega.
Diálogo é a melhor opção
A especialista em comportamento humano defende que castigar não é o melhor caminho para corrigir o comportamento dos filhos. Segundo ela, a prática coercitiva – que estimula a ameaça, punição física ou verbal e retirada de privilégios – significa um modelo agressivo de solucionar problemas. Neste sentido, o diálogo ainda é a melhor saída.
A especialista em comportamento humano defende que castigar não é o melhor caminho para corrigir o comportamento dos filhos. Segundo ela, a prática coercitiva – que estimula a ameaça, punição física ou verbal e retirada de privilégios – significa um modelo agressivo de solucionar problemas. Neste sentido, o diálogo ainda é a melhor saída.
Eu como não tinha ideia tentei colocar a Mariah uma vez de castigo, não deu 5 minutos esse foi o resultado:
-Inventando moda com a Mariah-
Lygia mascara





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